HUMANIZAÇÃO NA ARQUITETURA: ESPAÇOS SEGUROS E ACOLHEDORES PARA INTERNAÇÃO EM SAÚDE MENTAL

Autores

  • Bárbara Luiza Carvalho Santos CEJAM

Palavras-chave:

Saúde Mental, Arquitetura em Saúde, Gestão do Espaço Físico, Humanização, Sustentabilidade e Ética, Infraestrutura

Resumo

Introdução: O ambiente de internação também participa da experiência de cuidado. Em saúde mental, humanizar significa proteger sem transformar o espaço em um ambiente de contenção.
Objetivo: Apresentar a experiência de desenvolvimento de um projeto arquitetônico para leitos de internação em saúde mental, integrando prevenção de autoagressão, segurança assistencial e humanização da ambiência.
Método: Relato de experiência sobre a elaboração, em 2026, do projeto de reforma de uma unidade de internação em saúde mental, ainda não implantado, estruturado em quatro etapas: diagnóstico, reorganização, análise de riscos e desenvolvimento. Resultados: Instalações embutidas, reduzindo pontos de ancoragem. Materiais e acabamento selecionados conciliaram segurança, privacidade e acolhimento.
Conclusão: A humanização pode orientar também as decisões de segurança, resultando em um ambiente que protege sem perder sua dimensão de cuidado.

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Publicado

2026-09-24

Como Citar

Santos, B. L. C. (2026). HUMANIZAÇÃO NA ARQUITETURA: ESPAÇOS SEGUROS E ACOLHEDORES PARA INTERNAÇÃO EM SAÚDE MENTAL. Anais De Eventos Científicos CEJAM, 1(12). Recuperado de https://evento.cejam.org.br/index.php/AECC/article/view/1199

Edição

Seção

e-Pôster|Assistência| E10. Saúde Mental e Humanização