ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NEONATOLOGISTA NAS PRÁTICAS ASSISTENCIAIS PARA PREVENÇÃO DA HIPOTERMIA EM PREMATUROS ≤34 SEMANAS

Autores

  • Walter Izequiel Cardoso vCentro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal Prof. Dr.Alípio Corrêa Netto, São Paulo
  • Allanys Sobral Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal Prof. Dr.Alípio Corrêa Netto, São Paulo
  • Nicole Alvarez Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal Prof. Dr.Alípio Corrêa Netto, São Paulo
  • Vanessa Tatiane dos Santos Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal Prof. Dr.Alípio Corrêa Netto, São Paulo
  • Larissa Vichi Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal Prof. Dr.Alípio Corrêa Netto, São Paulo
  • Michelle Carreira Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal Prof. Dr.Alípio Corrêa Netto, São Paulo

Resumo

Introdução: O recém-nascido prematuro é vulnerável à perda de calor após o nascimento. A prevenção da hipotermia exige cuidados contínuos desde o preparo da sala de parto até a admissão na unidade neonatal.

Objetivo: Relatar a experiência dos enfermeiros neonatologistas de sala de parto nas práticas assistenciais para prevenir a hipotermia em prematuros com idade gestacional ≤34 semanas.

Método: Relato de experiência elaborado a partir da prática assistencial de enfermeiros neonatologistas do Hospital Municipal Prof. Dr. Alípio Corrêa Netto, em São Paulo (SP). A descrição acompanha as etapas anteriores ao nascimento, a assistência na sala de parto, o transporte e a admissão na unidade neonatal. Não foram utilizados dados clínicos nem informações individualizadas de pacientes.

Resultados: Antes do parto, o enfermeiro neonatologista participa da passagem de plantão e do briefing, identifica as necessidades previstas para o recém-nascido, verifica a temperatura da sala, prepara os recursos de proteção térmica e testa os equipamentos necessários. Também orienta a gestante e o acompanhante e comunica previamente a unidade neonatal. No nascimento, atua com o médico neonatologista na recepção e estabilização do prematuro, aplicando medidas para reduzir a perda de calor e apoiando a reanimação quando indicada. O transporte ocorre em incubadora previamente aquecida e testada. Na admissão, a equipe neonatal confere a identificação e verifica a temperatura axilar ainda dentro da incubadora.

Conclusão: A atuação especializada do enfermeiro neonatologista organiza e dá continuidade às práticas de proteção térmica ao longo da assistência ao prematuro. Essas práticas podem contribuir para prevenir a hipotermia, cuja ocorrência no período neonatal está associada a maior risco de complicações e mortalidade.

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Publicado

2026-10-01

Como Citar

Izequiel Cardoso, W., Sobral, A., Alvarez, N., dos Santos, V. T., Vichi, L., & Carreira, M. (2026). ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NEONATOLOGISTA NAS PRÁTICAS ASSISTENCIAIS PARA PREVENÇÃO DA HIPOTERMIA EM PREMATUROS ≤34 SEMANAS. Anais De Eventos Científicos CEJAM, 1(12). Recuperado de https://evento.cejam.org.br/index.php/AECC/article/view/1305

Edição

Seção

e-Pôster|Assistência| E6. Saúde Reprodutiva, Parto, Puerpério e Nascimento

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