FLUXO ORGANIZACIONAL DE EMERGÊNCIAS EM ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NO BRASIL ENTRE 2015 E 2025

UMA REVISÃO DA LITERATURA

Autores

Palavras-chave:

Atenção Primária à Saúde, Emergências, Suporte Básico de Vida

Resumo

As Unidades Básicas de Saúde (UBS), como porta de entrada da Atenção Primária à Saúde (APS), podem receber situações de elevada gravidade, apesar de limitações estruturais e organizacionais para o manejo de emergências.

Este estudo teve como objetivo revisar as evidências publicadas entre 2015 e 2025 sobre a organização do fluxo de atendimento às emergências em UBS brasileiras, com ênfase na resposta à parada cardiorrespiratória e ao código azul. Foi realizada uma revisão da literatura nas bases PubMed/MEDLINE, LILACS e SciELO, utilizando descritores relacionados à parada cardiorrespiratória, APS, emergência, código azul e suporte básico de vida.

Foram descritas dificuldades recorrentes relacionadas à ausência de protocolos formais, insuficiência de materiais e equipamentos, indisponibilidade de desfibrilador externo automático (DEA) e ausência de rotinas de simulação. Aspectos como conhecimento, experiência, organização da equipe, liderança e comunicação mostraram-se relevantes para a qualidade da resposta à parada cardiorrespiratória. Capacitações em suporte básico de vida (SBV) demonstraram melhora do desempenho em situações simuladas, embora frequentemente ocorram de forma pontual e sem institucionalização.

As evidências reforçam a importância da implementação de protocolos institucionais, da disponibilidade de equipamentos essenciais e da capacitação periódica das equipes em SBV para qualificar a resposta às emergências e fortalecer a segurança do atendimento nas UBS.

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Publicado

2026-10-02

Como Citar

da Silva Arruda, F. (2026). FLUXO ORGANIZACIONAL DE EMERGÊNCIAS EM ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NO BRASIL ENTRE 2015 E 2025: UMA REVISÃO DA LITERATURA. Anais De Eventos Científicos CEJAM, 1(12). Recuperado de https://evento.cejam.org.br/index.php/AECC/article/view/1335