DESAFIOS NA ADEQUAÇÃO DO FLUXO DE DESINFECÇÃO DO TRANSDUTOR ENDOCAVITÁRIO

Autores

  • Edgar Santiago Martins CEJAM

Resumo

A desinfecção de transdutores endocavitários é uma etapa importante para a prevenção de riscos relacionados à assistência à saúde, considerando o contato do dispositivo com mucosas durante a ultrassonografia transvaginal. Este trabalho teve como objetivo relatar a experiência e os principais desafios encontrados na adequação do fluxo de desinfecção de alto nível do transdutor endocavitário. Trata-se de um relato de experiência desenvolvido no Ambulatório de Especialidades, em articulação com a SCIRAS Institucional. Foram analisados manuais e orientações do fabricante, com participação dos setores de Qualidade e Engenharia do fornecedor para validação técnica do processo. Também foram avaliadas condições estruturais e organizacionais, incluindo recipiente para imersão, fluxo com o CME, adequação da escala de enfermagem, rastreabilidade e intervalo de uma hora entre os exames. Foram realizadas capacitações progressivas com as equipes envolvidas, incluindo orientações sobre manuseio, transporte e processamento do equipamento. A implantação estabeleceu desinfecção de alto nível com tempo de imersão de 10 minutos, rastreabilidade do transdutor e utilização do ProAction Oxi especificamente para a limpeza do cabo. O fluxo foi iniciado em 02 de setembro de 2026 e permanece em acompanhamento. A experiência demonstrou que a adequação do processo exige validação técnica, organização, capacitação e articulação entre diferentes setores, podendo contribuir para a futura padronização institucion

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Publicado

2026-10-05

Como Citar

Santiago Martins, E. (2026). DESAFIOS NA ADEQUAÇÃO DO FLUXO DE DESINFECÇÃO DO TRANSDUTOR ENDOCAVITÁRIO. Anais De Eventos Científicos CEJAM, 1(12). Recuperado de https://evento.cejam.org.br/index.php/AECC/article/view/1365

Edição

Seção

e-Pôster|Gestão| E11. Qualidade, Processos e Governança em Saúde