DIREITO À IDENTIDADE E PROTEÇÃO SOCIAL
O Papel do Assistente Social no Acolhimento de Adolescentes “Trans."
Palavras-chave:
Diversidade; inclusão; arte; cultura; juventude; saúde, atendimento humanizado, Acolhimento, Humanização, Serviço Social, Assistente Social, Cardiopata., pessoa trans, AdolescentesResumo
O estudo aborda a atuação do Serviço Social na linha de cuidados do processo transexualizador para adolescentes (13 a 18 anos) no Hospital Dia Campo Limpo, em São Paulo. A iniciativa surgiu em agosto de 2024 como um desdobramento do sucesso no atendimento a adultos trans (iniciado em 2019), sob demanda da Supervisão Técnica de Saúde da região (Campo Limpo, Capão Redondo e Vila Andrade).
O assistente social atua como facilitador de direitos, combate a violências institucionais e promove o acolhimento humanizado, fundamentado no Artigo 227 da Constituição Federal (prioridade absoluta à criança e ao adolescente).
A invisibilidade e a falta de informação continuam sendo os maiores obstáculos na saúde, na família e na comunidade. O estudo reforça que, embora a aceitação institucional e familiar esteja progredindo lentamente, o Serviço Social é indispensável para garantir os direitos constitucionais e combater o isolamento social dessa população.
O assistente social tem a expertise para iniciar uma reflexão sobre os olhares existentes referentes as diversidades e munir estes pacientes para discussões amplas e valorosas.
Queremos deixar a escuta aberta e ampliada para manter o apoio necessário aos mais vulnerabilizados e aos adolescentes que contam com nosso conhecimento para o fortalecimento de novas e boas práticas e políticas públicas de qualidade.
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