HORA DOURADA SEGUNDO A VIA DE NASCIMENTO: PERCEPÇÕES E DESAFIOS MATERNOS

Autores

  • Mariana Oliveira de Sá Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • Tabnee Pat Landim Ribeiro Vieira Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • Elaine Filomena Gomes Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • Michele de Wernek Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • Wilma Helena Lopes Lucena Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • Sandra de Souza Silva Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • Markelle Santos de Souza Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • MARIA TERESA MELO MENDES HOSPITAL E MATERNIDADE DE VILA NOVA CACHOEIRINHA

Palavras-chave:

Contato Pele a Pele, Parto, Aleitamento Materno, Enfermagem Neonatal, Relações Mãe-Filho

Resumo

Introdução: A hora dourada, período imediatamente após o nascimento, constitui momento essencial para o fortalecimento do vínculo mãe-bebê, contato pele a pele e início precoce da amamentação. Entretanto, sua realização pode ser influenciada pela via de nascimento e por fatores assistenciais. Objetivo: Compreender os desafios e as percepções de puérperas sobre a hora dourada segundo a via de nascimento. Método: Estudo qualitativo, descritivo, realizado com 14 puérperas em uma maternidade escola. Os dados foram obtidos por entrevistas semiestruturadas individuais, gravadas e transcritas, sendo submetidos à análise de conteúdo temática. A coleta foi encerrada por saturação teórica. Resultados: Nove participantes tiveram parto vaginal e cinco cesariana; sete realizaram contato pele a pele imediato. Emergiram cinco categorias temáticas: percepções maternas sobre a hora dourada; influência da via de parto; acolhimento e apoio da equipe de saúde; barreiras e dificuldades para o contato pele a pele; e significados atribuídos ao momento. O parto vaginal esteve associado a relatos de maior facilidade e imediatez do contato, enquanto, após a cesariana, foram relatadas limitações relacionadas à anestesia e ao ambiente cirúrgico. O apoio técnico e emocional da equipe, especialmente da enfermagem, destacou-se como facilitador da experiência e do início da amamentação. Conclusão: A via de nascimento interferiu na experiência da hora dourada, e a atuação da enfermagem mostrou-se relevante para favorecer o contato mãe-bebê, reduzir barreiras assistenciais e apoiar a amamentação precoce.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2026-09-24

Como Citar

Oliveira de Sá, M., Pat Landim Ribeiro Vieira, T., Filomena Gomes, E., de Wernek, M., Helena Lopes Lucena, W., de Souza Silva, S., Santos de Souza, M., & MELO MENDES, M. T. (2026). HORA DOURADA SEGUNDO A VIA DE NASCIMENTO: PERCEPÇÕES E DESAFIOS MATERNOS. Anais De Eventos Científicos CEJAM, 1(12). Recuperado de https://evento.cejam.org.br/index.php/AECC/article/view/1165

Edição

Seção

e-Pôster|Assistência| E6. Saúde Reprodutiva, Parto, Puerpério e Nascimento

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)