FATORES DE RISCO MATERNOS E PERINATAIS ASSOCIADOS À ASFIXIA PERINATAL

Autores

  • JULIANA DA SILVA FERREIRA Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, Escola Municipal de Saúde, Programa de Residência Multiprofissional em Neonatologia, São Paulo, Brasil.  
  • BEATRIZ GREGORIO PEDRO CANOVA Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • BÁRBARA PULIDO CALADO Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • PATRICIA ALVES TOZZI BATISTA Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • Tabnee Pat Landim Ribeiro Vieira Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • MARKELLE SANTOS DE SOUZA Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • Michele WERNECK Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), Hospital Municipal e Maternidade Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva, São Paulo, SP, Brasil.
  • MARIA TERESA MELO MENDES HOSPITAL E MATERNIDADE DE VILA NOVA CACHOEIRINHA

Palavras-chave:

Asfixia Neonatal, Recém-Nascido;, Fatores de Risco

Resumo

Objetivo: Identificar os fatores de risco maternos e neonatais mais prevalentes associados ao diagnóstico de asfixia perinatal durante o período de um ano em uma maternidade escola do município de São Paulo. Métodos: Estudo observacional, retrospectivo e transversal, com abordagem quantitativa, conduzido e relatado conforme as recomendações da Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE). Foram analisados prontuários de recém-nascidos diagnosticados com asfixia perinatal entre março de 2024 e março de 2025, em uma maternidade escola terciária de São Paulo, após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa (parecer n.º 7.754.933). Resultados: Foram incluídos 44 recém-nascidos, com predominância do sexo masculino (61,4%), a termo (88,6%) e com peso adequado ao nascer (84,1% ). As principais intercorrências intraparto foram rotura prolongada de membranas (50,0%) e líquido amniótico meconial (42,3%). Predominaram quadros de asfixia moderada e grave (77,3%), com necessidade universal de reanimação neonatal. A maioria evoluiu para alta hospitalar (90,9%) e a mortalidade neonatal foi de 9,1%. Não houve associação estatisticamente significativa entre a gravidade da asfixia e a via ou a indicação do parto. Conclusão: A asfixia perinatal ocorreu predominantemente em recém-nascidos sem critérios neonatais clássicos de risco, estando fortemente associada a eventos agudos no período intraparto, o que reforça a importância da vigilância obstétrica qualificada e da assistência neonatal imediata.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2026-10-06

Como Citar

DA SILVA FERREIRA, J., GREGORIO PEDRO CANOVA, B., PULIDO CALADO, B., ALVES TOZZI BATISTA , P., Pat Landim Ribeiro Vieira, T., SANTOS DE SOUZA, M., WERNECK, M., & MELO MENDES, M. T. (2026). FATORES DE RISCO MATERNOS E PERINATAIS ASSOCIADOS À ASFIXIA PERINATAL. Anais De Eventos Científicos CEJAM, 1(12). Recuperado de https://evento.cejam.org.br/index.php/AECC/article/view/1173

Edição

Seção

e-Pôster|Assistência| E8. Saúde da Criança e do Adolescente

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)